“...revisitar o passado foi muito importante, muito forte, muitas emoções, indescritível. O nosso "sentir" normalmente nada diz à maioria dos "outros". São poucos a quem conseguimos transmitir o sentir.
Regressar ao "presente", e encontrar um presente diferente não é fácil. Ficamos com dúvidas, se somos nós que estamos diferentes, ou se a diferença está nos outros!
Encontrei diferença, dizem que sou eu. Quem será?”
Regressar ao "presente", e encontrar um presente diferente não é fácil. Ficamos com dúvidas, se somos nós que estamos diferentes, ou se a diferença está nos outros!
Encontrei diferença, dizem que sou eu. Quem será?”
Naná, 2006 (depois da visita à sua casa de infância em Moçambique).
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